Beata Maria Assunta
Louvado seja Deus!
Em 07 de abril de 1905, na China, encontrava seu divino Esposo, a Beata Maria Assunta Pallotta (1878-1905) das Franciscanas Missionárias de Maria.
Ainda jovem, ingressa nas Franciscanas Missionárias de Maria, fundadas pela Beata Maria da Paixão. Assim diz a fundadora sobre sua vocação:
“A Franciscana não é mais que um holocausto que, segundo a palavra de São Paulo, completa nela a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, uma adoradora do Santíssimo Sacramento, pronta por seu amor a enfrentar os perigos e a cruz, uma missionária não tendo em vista senão a glória de Deus e a salvação das almas”.
Em 07 de março de 1904, parte para a China, com outras irmãs, enfrentando a terrível viagem, de quase três meses. Ali como em outras casas será cozinheira e enfermeira.
Servirá com simplicidade e consumará sua vida com oblação em suave odor.
Já no seu leito de morte, serão sentidos preciosos perfumes, sinal que seguirá mesmo após sua morte. O bom Deus manifestava com delicadeza qual agradável foi o holocausto desta jovem irmã.
Mas qual e o segredo de Assunta?
Escreve ela: “Peço ao Senhor a graça de fazer conhecer no mundo a pureza de intenção que consiste em fazer tudo por amor de Deus, mesmo as ações mais ordinárias”.
Nesta breve frase se esconde a chave de leitura de toda sua vida. Que maravilha, não está no extraordinário, mas em fazer as coisas mais ordinárias, com amor. O caminho espiritual de Assunta é o amor.
Me parece particularmente bonito que perto de sua morte, Deus mesmo quisera manifestar pelos perfumes o qual agradável lhe era a oblação de Assunta.
Mas o que fez Assunta?
Simplesmente foi fiel à sua vocação. A fundadora dizia que a missão das Franciscanas Missionárias de Maria era “continuar a missão de Maria, ser ela, suas hóstias próxima da Hóstia do tabernáculo”. Maria Assunta viveu isso plenamente, no silêncio buscando fazendo tudo por amor.
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Deus lhe pague!
Em união de orações,
José Eduardo Câmara


